Thaiane Fagundes
Vieira Cordeiro

Neurologia com escuta, clareza e cuidado individual.

Atendimento humanizado para tontura e vertigem, dores de cabeça, epilepsia, doenças do movimento, memória e outras condições neurológicas. Consultas em Santos e por vídeo.

Dra. Thaiane Fagundes Vieira Cordeiro, neurologista, segurando um modelo anatômico do cérebro
CRM-SP 185.019 · RQE 87732
Áreas de atuação

O que posso tratar

Neurologia geral, com complementação especializada em distúrbios vestibulares e do equilíbrio pela FMUSP.

Tontura e vertigem

VPPB, migrânea vestibular, neurite vestibular e outras causas de desequilíbrio.

Cefaleias

Enxaqueca e demais dores de cabeça, incluindo aplicação de toxina botulínica.

Epilepsia

Investigação e acompanhamento de crises e convulsões.

Distúrbios do movimento

Doença de Parkinson, tremores, distonias, ataxias e tiques.

Memória e cognição

Alzheimer e outras demências, com orientação à família.

Doenças cerebrovasculares

AVC, trombose venosa central e prevenção.

Dores crônicas

Neuropatias, neuralgia do trigêmeo, dores na coluna e fibromialgia.

Sono e outras condições

Distúrbios do sono e demais doenças neurológicas.

Sobre mim

Olá, eu sou a Thaiane

Sou neurologista formada pela Faculdade de Medicina do ABC e voltei para minha cidade natal, Santos, onde atendo em consultório particular.

Cada paciente é único. Por isso, toda investigação é explicada e discutida com calma, para que você tire todas as dúvidas e, juntos, definamos o tratamento mais adequado.

InglêsAdultosJovens a partir de 14 anos, com responsável
Formação
  • 2016Medicina, Faculdade de Medicina do ABC
  • 2020Residência em Neurologia, Faculdade de Medicina do ABC
  • 2022Programa de Estudos de Toxina Botulínica (aplicação de neuromodulador) com a equipe de fisiatria do HC-FMUSP
  • 2024Programa de Complementação Especializada em Distúrbios Vestibulares e do Equilíbrio, FMUSP (2023 a 2024)
Cursos, eventos e títulos

Atualização constante

  • 2016

    Graduação em Medicina

    Faculdade de Medicina do ABC, colação de grau em 15 de dezembro de 2016.
  • 2020

    Residência Médica em Neurologia

    Centro Universitário Saúde ABC, 03/2017 a 02/2020. Título de especialista, RQE 87732.
  • 2020

    MDS Virtual Congress

    International Parkinson and Movement Disorder Society, 12 a 16 de setembro.
  • 2022

    Programa de Estudos de Toxina Botulínica

    IMREA, Hospital das Clínicas da FMUSP, 170 horas.
  • 2022

    NeuroUSP Vertigem

    Hospital das Clínicas da FMUSP, 29 de outubro. Participante.
  • 2024

    Complementação Especializada em Distúrbios Vestibulares e do Equilíbrio

    Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 01/03/2023 a 29/02/2024.
  • 2024

    NeuroUSP Vertigem

    Hospital das Clínicas da FMUSP, 31 de agosto e 1º de setembro, 18 horas. Palestrante.
  • 2025

    XV Congresso Paulista de Neurologia

    Santos, 4 a 7 de junho. Palestrante no workshop de tontura.
  • 10 anos

    Exercício da Medicina

    Diploma do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Como funciona

Sua consulta

Atendimento particular, com horário marcado e tempo para ouvir você.

1

Agende

Escolha um horário pelo calendário online ou chame no WhatsApp.

2

Presencial ou online

Consultório em Santos ou teleconsulta por vídeo, de onde você estiver.

3

Pagamento

PIX, dinheiro e cartões de crédito e débito. Atendimento somente particular.

Tempo para você

A consulta dura cerca de uma hora, sem pressa, para ouvir sua história com atenção e explicar cada etapa do cuidado.

Retorno incluso

Em até 45 dias após a primeira consulta, você tem direito a um retorno sem custo adicional, também com uma hora de duração, para avaliarmos juntos os exames e a evolução do tratamento.

Avaliações no Google

Experiências de pacientes

Profissional atenciosa, cuidadosa e dedicada. Explica com muita clareza as dúvidas e pontual.
Tania S.Publicado no Google
A Dra. Thaiane manteve em minha consulta, por mais de uma hora, até que se esgotassem todas as minhas dúvidas; com competência e atualização profissional em sua especialidade. Parabéns!
RobertoPublicado no Google
Muito satisfeita com o atendimento da doutora . Muito atenciosa, detalhista e minuciosa a cada detalhe .
Wanessa P.Publicado no Google
Dra. Thaiane oferece atendimento humanizado, indico a todos os pacientes que procuram por um médico que enxerga o paciente com profissionalismo sem perder o carinho.
Luciene B.Publicado no Google
A Dra Thaiane foi muito atenciosa com a minha mãe, tanto na consulta, quanto no retorno. Com certeza ela continuará sendo a médica dela.
Luiz Henrique O.Publicado no Google
Perguntas frequentes

Dúvidas antes da consulta

Como é a primeira consulta?

Faço uma história clínica completa e individualizada, conhecendo seus sintomas, sua rotina, seu histórico de saúde e o que mais preocupa você. Em seguida, realizo um exame físico e neurológico completo. Ao final, explico o que encontrei e conversamos juntos sobre os próximos passos.

Preciso levar exames?

Se você já tiver exames prontos, como ressonância, tomografia, exames de sangue ou laudos anteriores, leve na primeira consulta. Eles ajudam muito na avaliação. Se não tiver nenhum, não se preocupe: todos os exames necessários serão solicitados na primeira consulta.

Também vale levar a lista dos remédios que você usa, com as doses.

Quanto tempo dura a consulta?

Cerca de uma hora, para que haja tempo de ouvir sua história com calma e esclarecer todas as dúvidas.

Tenho direito a retorno?

Sim. Em até 45 dias após a primeira consulta, o retorno não tem custo adicional e também dura cerca de uma hora. É o momento de avaliarmos juntos os exames e a evolução do tratamento.

Posso fazer a consulta online?

Sim. A teleconsulta é feita por vídeo, de onde você estiver. O atendimento presencial é no consultório em Santos.

Atende convênio?

O atendimento é somente particular. Aceito PIX, dinheiro e cartões de crédito e débito. Emito nota fiscal para que você possa solicitar reembolso ao seu convênio, conforme as regras do seu plano.

Conteúdos

Informação para cuidar melhor de você

Textos curtos para tirar dúvidas comuns. Toque em um tema para ler.

Quando procurar um neurologista?

Sinais que merecem uma avaliação

Muitas pessoas convivem por anos com sintomas que acham normais, como dor de cabeça frequente ou tontura de vez em quando. Mas o corpo costuma dar sinais, e uma avaliação cuidadosa pode trazer respostas e mais qualidade de vida.

Vale a pena marcar uma consulta se você tem:

  • Dores de cabeça frequentes, que mudaram de padrão ou atrapalham sua rotina
  • Tontura ou vertigem, sensação de desequilíbrio ou medo de cair
  • Esquecimentos que estão ficando mais frequentes ou preocupam a família
  • Tremores, rigidez ou lentidão nos movimentos
  • Formigamento, dormência ou dor em queimação nos braços, pernas ou rosto
  • Crises ou desmaios, episódios de "ausência" ou movimentos involuntários
  • Alterações do sono, como insônia persistente ou sonolência excessiva durante o dia
Alguns sinais pedem atendimento imediato. Fraqueza ou dormência súbita de um lado do corpo, boca torta, dificuldade para falar, perda súbita da visão ou dor de cabeça muito forte e repentina podem indicar um AVC. Nesses casos, e em qualquer outra urgência, procure o pronto-socorro ou ligue para o SAMU 192, sem esperar.

Se você se identificou com algum desses sintomas, conversar com um neurologista é o primeiro passo para entender o que está acontecendo e encontrar o tratamento certo para você.

Tontura tem tratamento?

Entenda as causas mais comuns e os caminhos para melhorar

Sim, na grande maioria dos casos. A tontura é uma das queixas mais comuns nos consultórios, e muita gente passa anos ouvindo que "é labirintite" e que precisa conviver com ela. Na verdade, tontura é um sintoma, e o tratamento certo depende de descobrir a causa.

Nem toda tontura é igual

  • Vertigem: sensação de que tudo está girando, ou de que você está girando.
  • Desequilíbrio: insegurança para andar, sensação de pisar em falso ou medo de cair.
  • Cabeça leve: sensação de pré-desmaio, de "vista escurecendo".

Descrever bem o que você sente, quando começou e o que piora ou melhora já ajuda muito no diagnóstico.

Causas frequentes

  • VPPB (vertigem posicional paroxística benigna): pequenos cristais do ouvido interno saem do lugar e causam crises curtas de vertigem ao deitar, virar na cama ou olhar para cima. É a causa mais comum de vertigem.
  • Migrânea vestibular: tontura ligada à enxaqueca, mesmo em pessoas que têm pouca ou nenhuma dor de cabeça.
  • Neurite vestibular: inflamação do nervo do equilíbrio, com vertigem intensa que dura dias.
  • Doença de Ménière: crises de vertigem com zumbido, ouvido "tampado" e perda de audição.
  • Tontura persistente: sensação de instabilidade que continua por meses, muitas vezes piorando em ambientes movimentados, como supermercados.

Como é o tratamento

  • Manobras de reposicionamento feitas no consultório, que costumam resolver a VPPB em poucas sessões.
  • Reabilitação vestibular, com exercícios que ajudam o cérebro a recuperar o equilíbrio.
  • Medicamentos preventivos quando há migrânea vestibular ou outras causas específicas.
  • Ajustes de hábitos, como sono, alimentação e controle de gatilhos.

Um cuidado importante: remédios "para labirintite" tomados por conta própria e por muito tempo podem atrasar a recuperação do equilíbrio. Por isso, vale ter um diagnóstico antes.

Procure o pronto-socorro se a tontura vier de forma súbita junto com fala enrolada, visão dupla, fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para andar ou dor de cabeça muito forte.

Enxaqueca: mitos e verdades

O que é fato e o que é crença sobre essa dor

A enxaqueca, ou migrânea, afeta milhões de brasileiros e ainda é cercada de dúvidas. Veja o que é verdade:

  • Mito"Enxaqueca é só uma dor de cabeça forte."
    É uma doença neurológica. Além da dor, pode trazer náusea, incômodo com luz, sons e cheiros e, em algumas pessoas, aura, como pontos brilhantes ou falhas na visão antes da dor.
  • Mito"Tomar analgésico sempre que dói resolve."
    Usar remédios para dor em muitos dias do mês pode deixar as crises mais frequentes. É a chamada cefaleia por uso excessivo de medicamentos.
  • Verdade"Existe tratamento para prevenir as crises."
    Há medicamentos de uso diário, aplicação de toxina botulínica na enxaqueca crônica e outras opções modernas. O objetivo é reduzir a frequência e a intensidade das crises.
  • Em parte"Chocolate e vinho sempre causam crise."
    Os gatilhos variam de pessoa para pessoa. Jejum prolongado, sono irregular, estresse e alterações hormonais estão entre os mais comuns. Um diário da dor ajuda a descobrir os seus.
  • Verdade"Enxaqueca pode causar tontura."
    A migrânea vestibular é uma das causas mais comuns de tontura recorrente e pode acontecer até sem dor de cabeça.
  • Verdade"É mais comum em mulheres."
    As mulheres são afetadas cerca de três vezes mais, em parte pela influência dos hormônios.
  • Mito"Se não tem cura, não adianta tratar."
    Com acompanhamento, a maioria das pessoas consegue ter crises mais raras e mais leves, e retomar a rotina com mais tranquilidade.
Atenção: uma dor de cabeça súbita e muito intensa, diferente de tudo o que você já sentiu, ou acompanhada de febre, confusão, fraqueza ou alteração da fala precisa de avaliação imediata no pronto-socorro.

Gatilhos da enxaqueca e o diário de dor

Como descobrir o que desencadeia as suas crises

Quem tem enxaqueca tem um cérebro mais sensível a mudanças. Os gatilhos não causam a doença, mas podem desencadear uma crise. Eles variam de pessoa para pessoa, e muitas vezes a crise vem da soma de vários fatores no mesmo dia, como noite mal dormida, refeição pulada e estresse.

Gatilhos mais conhecidos

  • Sono: dormir pouco, dormir demais ou mudar muito os horários, como no fim de semana.
  • Alimentação: ficar muitas horas sem comer, pular refeições e beber pouca água.
  • Estresse: períodos de tensão e ansiedade e também o momento em que o estresse alivia, como no início das férias.
  • Hormônios: o período menstrual é um gatilho frequente. Anticoncepcionais hormonais, gestação e menopausa também podem mudar o padrão das crises.
  • Ambiente: luz forte ou piscando, barulho, cheiros intensos como perfume, fumaça e produtos de limpeza, calor e mudanças bruscas de clima.
  • Bebidas: álcool, principalmente vinho tinto, e excesso ou falta repentina de cafeína.
  • Alguns alimentos, em pessoas específicas, como embutidos e queijos curados.
  • Remédios para dor usados em muitos dias do mês, que podem deixar as crises mais frequentes.
Nem tudo que vem antes da dor é gatilho. Horas antes da crise, muitas pessoas sentem vontade de comer doce, bocejam muito ou ficam cansadas. Isso já pode ser o começo da crise. Por isso o chocolate às vezes leva a culpa sem merecer. Evite cortar alimentos da dieta sem antes observar se eles realmente se repetem nas crises.

Por que fazer um diário de dor

A memória costuma falhar quando tentamos lembrar quantas crises tivemos no mês ou o que aconteceu antes de cada uma. O diário mostra o seu padrão real e ajuda a:

  • Identificar quais gatilhos se repetem antes das crises
  • Saber a frequência e a intensidade das dores
  • Controlar quantos dias por mês você usa remédios para dor
  • Avaliar se o tratamento está funcionando
  • Tornar a consulta mais objetiva e o tratamento mais individualizado

O que anotar em cada crise

Exemplo de anotação
Data e hora
Terça, 14h, durou até a noite (cerca de 8 horas)
Intensidade
7 de 10
Como foi a dor
Latejante, do lado direito, com enjoo e incômodo com a luz
Antes da crise
Dormi 5 horas, almocei tarde, 2º dia da menstruação
Remédio
Qual, a dose, o horário e se aliviou
Impacto
Precisei sair mais cedo do trabalho
  • Anote logo que possível, em papel ou em um aplicativo de celular.
  • Registre também o ciclo menstrual, se for o seu caso.
  • Mantenha o diário por pelo menos dois a três meses para os padrões aparecerem.
  • Considere suspeito um gatilho que aparece em várias crises, geralmente nas horas ou no dia anterior.
  • Leve o diário em todas as consultas.

O objetivo não é viver com medo dos gatilhos. Conhecer o seu padrão ajuda a ajustar a rotina, e o tratamento adequado deixa o cérebro menos sensível a eles.

Hábitos que ajudam a prevenir crises de enxaqueca

Pequenas mudanças na rotina que fazem diferença

O cérebro de quem tem enxaqueca gosta de regularidade. Mudanças bruscas na rotina costumam favorecer as crises, enquanto alguns hábitos simples ajudam a deixá-las mais raras e mais leves.

Na rotina

  • Durma em horários regulares. Procure deitar e acordar mais ou menos no mesmo horário, inclusive nos fins de semana, e dormir de 7 a 8 horas por noite.
  • Não pule refeições. Evite ficar muitas horas em jejum. Um lanche leve entre as refeições pode ajudar.
  • Beba água ao longo do dia, sem esperar a sede, principalmente no calor.
  • Use a cafeína com moderação e constância. Exageros e cortes repentinos podem desencadear crises.
  • Observe sua relação com o álcool e prefira evitá-lo se perceber que ele antecede suas crises.

No corpo e na mente

  • Pratique atividade física regular. Exercícios aeróbicos como caminhada, bicicleta ou natação, cerca de três vezes por semana, ajudam a prevenir crises. Comece aos poucos e faça aquecimento.
  • Cuide do estresse. Técnicas de respiração, relaxamento, yoga, meditação e psicoterapia podem reduzir a frequência das crises.
  • Mantenha um peso saudável. O excesso de peso está ligado a crises mais frequentes.
  • Trate o que pode piorar a enxaqueca, como ansiedade, depressão, insônia e ronco com pausas na respiração durante o sono.

Com os remédios

  • Use analgésicos com critério. Tomar remédio para dor em muitos dias do mês pode aumentar as crises. Siga o plano combinado na consulta.
  • Trate a crise no início, com o remédio indicado para você, em vez de esperar a dor ficar forte.
Os hábitos ajudam muito, mas nem sempre bastam. Se as crises são frequentes, fortes ou atrapalham sua vida, existem tratamentos preventivos eficazes. Ter enxaqueca não é falta de cuidado, e procurar ajuda é parte do tratamento.

Uma boa forma de acompanhar o efeito dessas mudanças é manter o seu diário de dor.

Alzheimer: o diagnóstico mudou e o risco pode ser reduzido

Marcadores biológicos e os 14 fatores de risco modificáveis

A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência. Nos últimos anos, duas mudanças trouxeram novas possibilidades para pacientes e famílias: a forma de fazer o diagnóstico e o conhecimento sobre o que podemos fazer para reduzir o risco.

O diagnóstico hoje é biológico

Durante muito tempo, o diagnóstico de Alzheimer era feito principalmente pelos sintomas e pela exclusão de outras causas, e só podia ser confirmado após a morte. Hoje, é possível identificar no próprio paciente as alterações típicas da doença no cérebro, o acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau.

Esses marcadores biológicos podem ser medidos:

  • No líquor, o líquido que envolve o cérebro e a medula, coletado por punção lombar
  • Em exames de imagem como o PET
  • E, mais recentemente, em exames de sangue, como a dosagem da p-tau217

Com isso, o diagnóstico pode ser feito mais cedo e com mais precisão, ajudando a diferenciar o Alzheimer de outras causas de esquecimento e a planejar o tratamento.

A indicação desses exames é individualizada. Um resultado positivo mostra que as alterações estão presentes no cérebro, mas não significa que a pessoa vai, com certeza, desenvolver sintomas de Alzheimer. Por isso, em quem não tem sintomas, os exames não são feitos de rotina: um resultado positivo pode gerar muita ansiedade sem mudar a conduta. A decisão de pedir os marcadores é tomada em conjunto, na consulta, considerando a história, o exame clínico, os testes de memória e o que o resultado pode acrescentar para cada paciente.

Até 45% dos casos de demência poderiam ser evitados ou adiados

Em 2024, a Comissão Lancet, um grupo internacional de especialistas, identificou 14 fatores de risco modificáveis ao longo da vida. Juntos, eles respondem por quase metade dos casos de demência no mundo.

Na infância e juventude

1. Baixa escolaridadeEstudo e estímulo intelectual ajudam a formar uma reserva para o cérebro.

Na vida adulta

2. Perda auditivaAvalie a audição e use aparelho auditivo quando indicado.
3. Colesterol LDL altoControle a partir dos 40 anos.
4. DepressãoMerece diagnóstico e tratamento.
5. Traumatismo cranianoUse capacete e cinto de segurança e proteja-se em esportes de contato.
6. SedentarismoMovimente-se com regularidade, em qualquer idade.
7. DiabetesMantenha a glicose controlada.
8. TabagismoParar de fumar traz benefício mesmo em idades mais avançadas.
9. HipertensãoMantenha a pressão controlada, especialmente a partir dos 40 anos.
10. ObesidadeBusque um peso saudável.
11. Consumo excessivo de álcoolReduza ou evite.

Na idade mais avançada

12. Isolamento socialMantenha contato com amigos, família e atividades em grupo.
13. Poluição do arUm desafio coletivo, que depende também de políticas públicas.
14. Perda de visão não tratadaFaça avaliações oftalmológicas e trate catarata e outros problemas.

Esses fatores aumentam o risco, mas não determinam quem terá ou não a doença. Ainda assim, cuidar deles faz bem ao cérebro, ao coração e à saúde como um todo, e nunca é tarde para começar.

Quando procurar avaliação: esquecimentos que atrapalham a rotina, repetir as mesmas perguntas, se perder em lugares conhecidos, dificuldade para lidar com dinheiro ou tarefas antes simples e mudanças de comportamento ou de humor. Quanto antes a avaliação, mais possibilidades de tratamento e de planejamento para o paciente e a família.

Os conteúdos deste site têm caráter informativo e não substituem a consulta médica.

O espaço

Conheça o consultório

Um ambiente acolhedor e tranquilo, na Clínica IIPD, em Santos.

Sala de espera da Clínica IIPD, com bancos estofados e iluminação suaveRecepção e sala de espera da clínicaCorredor da clínicaConsultório da Dra. Thaiane com maca e vista para a cidadeMesa de atendimento e estantes do consultórioDra. Thaiane na recepção do Instituto Integrado de Psiquiatria Diagnóstica
Contato

Onde me encontrar

The Blue ShoppingAv. Senador Feijó, 686, Cj. 1826, Vila Matias, Santos/SP
Como chegar

O consultório fica no prédio comercial The Blue Shopping, na Av. Senador Feijó.

Fachada do edifício The Blue Shopping, em SantosEntrada principal do The Blue Shopping

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